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Genius.Conecta começa cercada de expectativa de desenvolvimento para a região

Genius.Conecta começa cercada de expectativa de desenvolvimento para a região

Cercada por expectativa de oportunidades, teve início nesta quarta-feira (13) a Genius.Conecta, maior feira de inovação, tecnologia e empreendedorismo do Norte Pioneiro do Paraná, que em sua sexta edição vem no já consolidado formato 100% online e reuniu, durante a abertura, importantes lideranças e representantes de diferentes segmentos.

Com uma programação repleta de atividades, a sexta edição da feira segue com o objetivo de promover e incentivar o ambiente tecnológico e empresarial integrando empresas de vários setores e futuras ideias e profissionais para gerar valor à região.

“A feira vem consolidar o trabalho realizado durante o ano pelas governanças e é uma oportunidade de pensar o futuro. Até o nosso hackathon tem como tema ‘Cidades Inteligentes’, que é para resolver gargalos e apresentar soluções para a gestão pública”, avalia a presidente do Sistema Regional de Inovação, Angélica Cristina Cordeiro Moreira.

De acordo com Marcos Pinto, diretor de empreendedorismo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, a feira deve ser um propulsor econômico para a região.

“A economia precisa de inovação para continuar se desenvolvendo e aumentar a produção. O Paraná é um grande exemplo de como a inovação é fundamental para o desenvolvimento do agronegócio”.

Para o prefeito de Jacarezinho, Marcelo Palhares, a Genius.Conecta é uma grande oportunidade para gestões públicas aumentarem o acesso à tecnologia e inovação.

“Acredito que essas soluções baseadas na tecnologia e inovação não devem ficar apenas para as empresas, e devem ser usadas na gestão pública para garantir mais agilidade e eficiência nos serviços prestados à população”.

Além deles, também participaram da abertura do evento o diretor de Operações do Sebrae/PR, Júlio Agostini, o diretor da Fomento Paraná, Vinícius Rocha, a reitora da UENP (Universidade Estadual do Norte do Paraná), Fátima da Cruz Padoan, o reitor do IFPR (Instituto Federal do Paraná), Odacir Zanatta, o mantenedor da Fanorpi (Faculdade do Norte Pioneiro), Demétrius Esteves, a chefe do Núcleo Regional de Educação de Jacarezinho, Ana Maria Molini, e o deputado federal Pedro Lupion.

Com a conexão entre estudantes do ensino médio e técnico, universitários, professores e empresários do comércio e agronegócio a conteúdos relacionados a startups, inovação, conectividade, sustentabilidade, educação, internet das coisas (IoT), a feira garante uma experiência imersiva e virtual para aprendizados de alto impacto e geração de negócios.

A programação trará palestras, workshops e oficinas com temas variados, como marketing, turismo inteligente, robótica, cidades inteligentes, educação 4.0, entre outros. Além disso, a feira realizará os já tradicionais campeonatos de jogos digitais e batalha de pitches. Startups da região terão espaço para expor seus projetos, e patrocinadores e parceiros contarão com área exclusiva na plataforma para expor a marca, produtos e serviços, e interagir com os visitantes.

A Genius.Conecta ainda terá três competições, com expectativa de participação de mais de 200 jovens nos dias de feira. São elas: Genius League, campeonato de lol, com 130 inscritos em 23 equipes que irão disputar as 3 primeiras colocações em 29 jogos; Genius Fight, batalha de pitches das quais 20 startups e projetos de inovação da região irão participar; e a Genius Hackathon, maratona de desafios que este ano tem como tema Gestão Pública e Cidades Inteligentes.

FEIRA

A Genius.Conecta é uma realização do Sebrae/PR em parceria com o SRI (Sistema Regional de Inovação) e a prefeitura de Jacarezinho, com patrocínio da Fanorpi e Fomento Paraná, e acontece de 13 a 15 de outubro. Maiores informações e o conteúdo na íntegra podem ser obtidas através do site geniuscon.com.br ou nas páginas da feira nas redes sociais.

Fonte: https://www.circulandoaqui.com.br/noticia/26087/genius-conecta-comeca-cercada-de-expectativa-de-desenvolvimento-para-a-regiao

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Ciência em debate: Para que e para que fins

Ciência em debate: Para que e para que fins

Conhecimentos, saberes e inovações destrutivas existiram ao longo da formação e avanço da ciência. Sabemos que é preciso distinguir a ciência e seu uso, porém não há como separar as conseqüências desse processo. Assim entendemos que não há uma única maneira de olhar para a ciência. Vejo que ela é ambígua e paradoxal desde seus primórdios. Ao mesmo tempo em que foi uma das maiores iniciativas humanas geradas pela capacidade de imaginar, pensar e criar, também ela se tornou parte da escuridão e do desencantamento no processo de viver.

O pensamento científico moderno funcional-positivista criou uma anestesia mental afirmando que temos somente isso que foi criado, o que está visível para viver. Cito Francis Fukuyama que dizia termos com isso, chegado ao final da história. Todos os caminhos e, todos os modelos já estavam inventados, criados, construídos, agora apenas temos que seguir essa lógica, aperfeiçoando-a, inovando e ampliando através de suas determinações. Engessando um mundo editado e comprovado pelo capital, com uma forma de viver, pensar, trabalhar, consumir. Toda a inovação e empreendedorismo serão editados dentro desta concepção de aperfeiçoamento do sistema, ou seja, mais do mesmo, porém com inovações técnico-científicas que garantam seu prolongamento. Isso significa uma ampliação do presente, como uma redução de nossas capacidades imaginativas e criativas.

Ora, a história moderna se encarregou de demonstrar suas falácias, não ser boa nem, para todos os seres humanos, tão pouco para com a natureza. A ciência no qual acreditamos, contraria a esta, divulga e trata de caminhar no sentido de agregar avanços em todas as dimensões construtivas de mundo, tendo como princípio fornecer condições dignas de vida para todos os seres humanos com preservação da biodiversidade planetária. Nesta perspectiva ela é prudente, decente, criativa e colaborativa, tendo a compreensão da finitude humana e planetária, como pressuposto. Com essa compreensão científica, de suas limitações e finitudes, poderemos dialogar para entender os processos em curso e, do que queremos e do que podemos, assim como entender e tratar dos grandes desafios e problemas que temos pela frente e para onde estamos caminhando.

Por isso que ciência e ética devem caminhar juntas para que nos processos inventivos elas possam dialogar, entendendo as precauções, prevenções, cuidados, prudência, cautela e segurança. Aqui lembro o Princípio da Precaução, que nada mais é que a garantia contra os riscos potenciais que um determinado conhecimento técnico-científico possa ter, antes que suas manifestações diversas possam se expressar e que na origem, de maneira geral, não podem ser entendidos em sua completude. Segundo Maurício Mota, “o princípio da precaução envolve uma percepção inicial de riscos, diante da inexistência de certezas, inclusive quanto às percepções científicas”.

E sobre a incerteza da ciência em o que ela pode produzir em seus desdobramentos. Lembro do comentário de Antony Giddens, o qual afirmava: “hoje todos reconhecemos o caráter essencialmente cético da ciência, porque perdemos a ilusão da intangibilidade da certeza científica” Esta incerteza se situa num determinado tempo e espaço, por isso que todo tipo de risco deve ser considerado, que poderá gerar danos graves e irreversíveis para a humanidade.

Mesmo porque todo o conhecimento gerado pela ciência nos coloca num paradoxo ético fundamental: Criar para que e para quem e, com que fim. Este é o questionamento de hoje. Continua depois da publicidade

Paulo Bassani é sociólogo e professor universitário convidado pela FANORPI.

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FANORPI promove XXIII Semana do Administrador

FANORPI promove XXIII Semana do Administrador

EducaçãoS.A.PlatinaFANORPI promove XXIII Semana do AdministradorEvento contou com a participação de empresários, alunos e ex-alunos de Santo Antônio da Platina, região e ainda teve a participação internacional de um empresário argentino da área de Publicidade 21/09/2021 às 18h52Atualizada em 21/09/2021 às 18h59Por: RedaçãoFonte: AssessoriaCompartilhe: A FANORPI – Faculdade do Norte Pioneiro – promoveu entre os dias 13 e 17 de setembro a XXIII Semana do Administrador, que contou com a participação de vários empresários de Santo Antônio da Platina e município do Norte Pioneiro e também de Buenos Aires, Argentina.

Os empresários relataram como iniciaram seus negócios e seus desafios, ressaltando a importância de se buscar parcerias e conhecimento para acompanhar as mudanças do mercado de trabalho.

A XXIII Semana do Administrador da FANORPI teve a participação de alunos, ex-alunos, colaboradores e empresários, entre eles: o vice-prefeito de Santo Antônio da Platina e empresário Francisco Monteiro (Aramon Artigos Religiosos), Heleno Freitas e Caio Maisena (Tribo Skateshop), Danieli Pompeu (Innovence Cosméticos), Josmar Bagatin (Soeto Alimentos), Julia Audi (Audi Consultoria Digital), Ana Paula Gonzaga e Emilson Rodrigues de Souza (Grupo 2 Irmãos), Augusto Tomba (Gaudencio Energia Solar) e Andres Waisberg, cofundador da Virtual 360, empresa que trabalha com realidade virtual sediada em Buenos Aires. A programação do evento contou ainda com palestras de Marcos Vianna sobre “Sustentabilidade, Diversidade e Inclusão” e Janderley Carneiro (Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A) com o tema “Gestão de Projetos”.

Segundo o coordenador do Curso de Administração, Prof. Leandro Martins de Assis, o evento proporcionou aos docentes e a comunidade, a atualização de seus conhecimentos, bem como o acesso às diversas experiências profissionais trazidas pelos empresários, dando assim condições para que refletissem sobre suas futuras ações nas organizações que trabalham. O coordenador agradeceu aos empresários pela participação, aos diretores, Profa. Graça Zurlo e Prof. José Alberto Provenzano, ao Presidente da Mantenedora, Demétrius Esteves e aos alunos pela contribuição ao evento.

Fonte: https://www.portaltanosite.com/noticia/35878/fanorpi-promove-xxiii-semana-do-administrador

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Gincana Solidária da Fanorpi beneficia entidades sociais

Gincana Solidária da Fanorpi beneficia entidades sociais

S.A.PLATINA - Na última sexta-feira (10), foram distribuídos os alimentos arrecadados na gincana solidária realizada pelos acadêmicos do Curso de Enfermagem da FANORPI, ao todo foram arrecadados 262 kg de alimentos não perecíveis.

A Profª Juliana Ribeiro e as acadêmicas Ana Júlia Laiter e Taliny da Silva, ambas do 8º semestre de Enfermagem, e equipe FANORPI, prepararam 16 cestas básicas, que foram encaminhadas e entregues pessoalmente a três entidades sociais: Pronto-Socorro Municipal, Hospital Nossa Senhora da Saúde e Paróquia São José, além de várias famílias.

Segundo a Profª Juliana Ribeiro, o envolvimento dos acadêmicos em atividades sociais traz consigo experiências únicas de demonstração de amor ao próximo e sensação de valor incalculável.

Os diretores, Profª Graça Zurlo e Prof. José Alberto Provenzano, parabenizaram a coordenadora do curso de Enfermagem, Profª Milene Moraes Vieira, a Profª Juliana Ribeiro e as acadêmicas pelo empenho e dedicação ao evento.

Fonte: https://www.portaltanosite.com/noticia/34985/gincana-solidaria-da-fanorpi-beneficia-entidades-sociais

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Acadêmica de enfermagem é destaque na Fanorpi

Acadêmica de enfermagem é destaque na Fanorpi

Sarah Evelyn de Souza Oliveira, estudante de Enfermagem na FANORPI, foi destaque na disciplina de Humanização em Saúde no último semestre. Segundo a professora Juliana Ribeiro, o 1º Período de Enfermagem foi convidado a participar de um concurso que tinha como objetivo elaborar um folder explicativo sobre “Segurança do Paciente”. Foram selecionados quatro finalistas e, ao final da avaliação a aluna Sarah Evelyn obteve o 1º lugar.

"Na saúde, a 'Humanização' é definida como a busca pelo melhor atendimento aos pacientes e melhores condições para os trabalhadores, logo, a busca da melhor qualidade nas unidades de saúde".

"Um dos principais objetivos da 'Humanização' é a melhora na qualidade dos serviços prestados potencializando assim os tratamentos, aumentando as chances de êxito e reduzindo o tempo de cura do paciente. Já em relação à Segurança é necessário reduzir riscos e danos, associados a assistência em saúde". Continua depois da publicidade

"Por isso, se você já foi acolhido e atendido com educação e amabilidade em uma unidade de saúde, é provável que tenha uma noção prática sobre ´'Humanização' nessa área".

A professora Juliana Ribeiro ressaltou ainda importância dos alunos se colocarem no lugar dos pacientes, atuando com gentileza e garantindo a segurança do paciente.

Fonte: https://www.portaltanosite.com/noticia/34676/academica-de-enfermagem-e-destaque-na-fanorpi

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Em busca de significados para a ciência: Nem toda ciência foi e é para a vida

Em busca de significados para a ciência: Nem toda ciência foi e é para a vida

Comentaremos neste ensaio um início de um debate referente à questão da ciência entre os negacionistas e os não negacionistas, os que confiam e se fundamentam na ciência e os que dizem ser a ciência apenas uma forma conspiratória. Entre todos que alegam essas questões é preciso que se faça uma ressalva importante e significativa. De que ciência estamos falando? De uma ciência que surgiu na era moderna para cá? De uma ciência que busca melhorar a vida das pessoas? Ou de uma ciência que cultiva a destruição a morte?

Penso que todo o conhecimento gerado pela ciência moderna nos coloca num paradoxo fundamental. Criar cientificamente algo para quem e com que fim. Esta pergunta deveria estar presente em todo laboratório científico, em todos os centros de pesquisa e em todos os tipos de ciências.

Negar simplesmente a ciência para que outro tipo de saber, de conhecimento se coloque no lugar, entre em cena, qual seja um conhecimento moral, religioso ou “conspiratório” no qual aparece como verdade ditada por uma tradição de um determinado grupo social, parece ser algo muito perigoso, pouco criativo.

Ser negacionista implica em recusar a existência, ou validade de algo, histórico, ou científico, mesmo com todas as comprovações existentes. Há nesta crença um entendimento de que em tudo há uma “grande conspiração”, uma “verdade oculta” principalmente quando essas verdades lhes causam excessivos inconvenientes. Em sua maioria são pessoas conservadoras, de extrema direita. Por isso é importante negar as mudanças climáticas, o aquecimento global, o holocausto com os judeus, a esfericidade da Terra, a chegada do homem a lua, a Terra ser o centro do universo e por aí afora. Um conjunto de conveniências morais e conservadoras.

Toda forma de ciência em algum momento particular é preciso que se diga que ao longo da história ocorreram momentos críticos, ou seja, momentos em que a ciência foi utilizada pelo poder econômico e ou político para destruir a vida natural e humana. Por exemplo, de utilizar a ciência para fins bélicos em construção de armas de fogo, nucleares, químicas, bacteriológicas e outros fins bélicos. A ciência que introduziu os agrotóxicos, a química na agricultura, a questão dos transgênicos, modificação genética de e benefícios a saúde humana discutíveis e, para manutenção das condições harmônicas da natureza, assim como o conjunto determinante destes ingredientes químicos comprometendo a fauna, a flora, as nascentes, as águas dos rios.

Há um conjunto de vários aspectos entre ciência tecnologia modernas que criaram mecanismos impactantes e excludentes de seres humanos em relação a outros seres humanos, e a isto, a história recente esta repleta de exemplos. Diante disso é necessário que se caracterize de que ciência estamos falando? A meu ver a ciência vinculada as ideias de poder, dominação e destruição foram e são problemáticas e, por outro lado as ciências criadas para melhorar as condições de vida das pessoas e de nossa relação com a natureza, digo de tecnologias alternativas sustentáveis que ao longo do tempo melhoraram nossa vida com qualidade no planeta. Estas invenções, vacinas, remédios, tratamentos em geral, são criações modernas possibilitaram condições de prolongar a vida de maneira geral com saúde, qualidade que ao longo das décadas e séculos facilitaram as formas de comunicação e sociabilidade.

Também lembro as tecnologias, produtos científicos, que encurtaram as distâncias, como os automóveis, aviões, os meios de transportes e de cargas que, se por um lado, facilitaram o acesso as pessoas para o seu deslocamento (trabalho, lazer) também servem para estimular um debate sobre a origem, avanço e o domínio de um determinado tipo de ciência emancipatória na qual defendemos. Ou seja, de uma ciência que contribua com as melhorias de vida para todos, com preservação e com as facilidades e belezas que existem nesta alta modernidade que vivemos. Este é apenas o inicio deste debate!

Paulo Bassani é Sociólogo, Professor Universitário convidado pela FANORPI.

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Fanorpi abre intensivão preparatório para concurso do Banco do Brasil

Fanorpi abre intensivão preparatório para concurso do Banco do Brasil

A partir do dia 10 de setembro, a FANORPI começa o INTENSIVO preparatório para o Concurso do Banco do Brasil.

As aulas acontecerão toda sexta-feira no período noturno, e aos sábados e domingos pela manhã e tarde.

Ao todo serão seis dias de aulas de Redação, Matemática, Matemática Financeira, Conhecimentos Bancários, Atualização do Mercado Financeiro, Vendas e Negociação, e Língua Portuguesa. Continua depois da publicidade

As atividades começam no próximo dia 10 e vão até o dia 19 de setembro, sempre aos finais de semana.

O valor é R$360,00 o curso todo e pode ser parcelado em até 4 vezes no cartão de crédito, lembrando que alunos e ex-alunos têm descontos especiais!

Mais informações podem ser obtidas pelos watshapp(s) (43) 99673-9666 ou (43) 3534-3380.

Fonte: https://www.portaltanosite.com/noticia/33668/fanorpi-abre-intensivao-preparatorio-para-concurso-do-banco-do-brasil

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Fanorpi homenageia professores mais longevos do Curso de Direito

Fanorpi homenageia professores mais longevos do Curso de Direito

Mateus Faeda Pellizzari e Mércia Miranda Vasconcelos foram surpreendidos durante live promovida pela instituição

O Curso de Direito da FANORPI realizou, no último dia 6 de agosto, uma live pelo canal oficial da instituição no Youtube. Participaram da atividade o coordenador do curso Matheus Campos Zurlo e os professores Mateus Faeda Pellizzari e Mércia Miranda Vasconcelos, que conversaram com os alunos assuntos sobre o segundo semestre letivo do ano de 2021.

Os dois professores foram surpreendidos com uma belíssima homenagem pelos 14 anos de serviços prestados no curso de Direito e por estarem juntos à instituição desde a criação do referido curso.

O professor Mateus Pellizzari agradeceu imensamente a homenagem e disse que “ser professor da Fanorpi sempre foi motivo de muito orgulho e honra, onde iniciei a minha carreira como docente desta instituição em 2007 como professor da primeira turma do curso de direito”, lembrando também de ter participado das visitas realizadas pelo MEC na instituição para autorização do curso a convite da professora Soraya Saad Lopes.

Logo o docente agradeceu a todos os outros professores e coordenadores que passaram pelo curso ao longo de todos esses anos e que sempre trabalharam em prol da construção de um curso integral e de excelência em qualidade. Matheus salientou ainda que a FANORPI tem como objetivo principal missão a formação profissional e desenvolvimento humano dos alunos, transformando-os em cidadãos na sua plenitude, engajados socialmente e com amplo conhecimento profissional.

Por fim, o docente agradeceu aos professores: Cláudia Maria Félix de Vico Arantes, Fernando de Brito Alves, Flávia Boberg, Paulo Sérgio Rosso, Mércia Miranda Vasconcellos Cunha, Vanessa Padilha Catossi Souza, Leonardo Góes de Almeida, Kele Cristina Diogo Bahena, e Matheus Campos Zurlo, “e em especial as pessoas que acreditaram no meu trabalho e que com muita dedicação construíram a história da Fanorpi, os professores Carlos Vinícius Maluly, José Alberto Provenzano, Maria das Graças Ferreira Campos Zurlo e ao atual mantenedor Demétrius Alves Esteves” finalizou Pellizzari.

Outra profissional homenageada, a professora Mércia Miranda de Vasconcellos Cunha, participou da Semana Jurídica promovida em 2007, dando preferência às palestras sobre os princípios constitucionais e jurisdição, “e lá se vão 14 anos... É lindo ver a semente frutificar, o curso de direito, que naquele momento era uma pequena sala com, não mais do que 25 alunos, e hoje tem importância ímpar na região, sinto-me honrada e muito feliz por fazer parte da história do curso de Direito, com alegrias, desafios vencidos com muita motivação e brilho nos olhos, o meu coração vibra quando vejo os alunos crescendo e escrevendo suas histórias a partir da história da faculdade de Direito, história que eu também escrevi e continuo a escrever com amor e verdade!”, disse Mércia. Continua depois da publicidade

Além das homenagens também houve um sorteio de um vade-mécum para os alunos que participaram da ação. A aluna ganhadora foi Juliana Carolina Oliveira do 10º período de Direito.

Fonte: https://www.portaltanosite.com/noticia/32929/fanorpi-homenageia-professores-mais-longevos-do-curso-de-direito

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Ensaio de formas possíveis

Ensaio de formas possíveis

Vivemos tempos de incertezas, de angustias, tempos de tensão, tempos de descrença...

Isto gera para nossa condição humana um tempo possível de pensar novas possibilidades. Um tempo de pensar novas ideias, problematizar o passado e o presente, e lançar bases de futuro. Trata-se de rever profundamente nossa maneira de pensar e habitar o mundo. Nessa dimensão, no tempo que escrevo , torna-se um tempo possível de pensar novas formas de sociabilidade, convivialidade, de produção, de consumo.

Hoje, também, é um tempo possível de pensar novas formas na esfera política, portanto um tempo de pensar formas de re-construir, ampliar a democracia, um tempo para pensar as diversidades existentes de nosso povo de nossa gente. E há tantas diferenças, econômicas, sociais, étnicas, culturais, religiosas. Nesse sentido é um tempo possível de ampliação dialógica em todas as esferas entender e ouvir melhor a natureza humana que pede passagem para um novo tempo pós-pandemia. O longo inverno social está para findar e a primavera irá chegar.

Há uma degradação da economia e da política, determinada por um tipo de produção, mercado e consumo, abalado em todas as dimensões. Há evidencias que a democracia é, sobretudo, de mercado, onde anula o cidadão e estabelece a figura do consumidor. Um tempo que vigora formas de desencantamento da democracia pelas ameaças que nos cercam. Continua depois da publicidade

Necessitamos pensar, dialogar, planejar, sonhar e mudar as coisas. E elas não mudam facilmente, há muito que pensar muito que fazer. Algumas mudanças ocorrem, as transformações são mais demoradas, mais laboriosas e exigem um esforço muito maior.

Não podemos cair numa esteira de desencantamento, de escuridão de distopia. Devemos nos deixar levar pela reconstrução de possibilidades, alternativas, formas possíveis, emergentes e necessárias para cruzarmos as próximas décadas. Teremos que permanentemente tentar outras e novas formas, comum num exercício do pensar permanente da análise. Porém nem tão comum quando se trata de um cotidiano endurecido por formas de sobrevivência que bate a sua porta.

Mas as utopias não morem, elas são “verdades prematuras” como dizia o pensador espanhol Alfonse de La Martine, elas nos fazem caminhar, ir um passo mais adiante e, nesta caminhada, verificar os elementos que permitem outras formas de combinação, e porque não as que ainda não existem e sequer foram testadas. Não podemos assistir sempre aos mesmos filmes, depois de um tempo eles se apagam e há necessidade de escrevermos novos roteiros cinematográficos para nossas vidas. Roteiros construímos a muitas cabeças pensantes, com as experiências colhidas ao longo da trajetória de vida. Vida vivida, vida experimentada e que clama por dias melhores.

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Paulo Bassani é Sociólogo e Professor convidado da FANORPI

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Curso de Enfermagem da Fanorpi arrecada alimentos com gincana solidária

Curso de Enfermagem da Fanorpi arrecada alimentos com gincana solidária

Com a volta às aulas presenciais, os acadêmicos do Curso de Enfermagem da Fanorpi realizaram nos dias 09 e 13 de agosto a tradicional gincana solidária. O evento foi realizado nas dependências da faculdade, que arrecadou cerca de 262 kg de alimentos não perecíveis.

O Curso se organizou com vários desafios em comemoração ao profissional Enfermeiro, sendo realizadas diversas atividades, como, desfile mister e miss enfermeiro (disputado pelo melhor tema), torta na cara (com questões direcionadas à área), melhor grito de guerra, e arrecadação de alimentos.

A gincana contou com a presença de jurados, compostos por professores e equipe administrativa, que realizaram a votação e também a contagem dos alimentos arrecadados.

O curso foi divido em equipes: Serpentes, Intravenosas e Parasitas que na oportunidade deram o seu melhor com apresentações de paródias, desfiles caracterizados de acordo com temas escolhidos e seus gritos de guerra. Os jurados avaliaram cada detalhe e escolheram como vencedora a equipe Serpentes.

Para a profª e coordenadora do Curso, Milene Moraes Vieira, “os acadêmicos puderam interagir, desenvolver o espírito de competição e solidariedade, foi um momento de muita integração, troca de conhecimento, recepção, desenvolvendo o espírito de liderança”, disse a coordenadora.

Milene agradeceu a participação dos professores Narciso Jr Vieira, Fábio Vieira e das professoras Juliana Ribeiro, Gabriela Patrial e Daniela Junqueira, que colaboraram com a gincana solidária, e aos acadêmicos pela dedicação e comprometimento, e ressaltou que os alimentos arrecadados serão doados para uma instituição que ainda será definida e em breve divulgada pela Fanorpi. Continua depois da publicidade

Fonte: https://www.portaltanosite.com/noticia/32628/curso-de-enfermagem-fanorpi-arrecada-alimentos-com-gincana-solidaria

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